sábado, 22 de junho de 2013

PLANO DE AULA



TEMA:
Teorema de Pitágoras    

TURMA:
8º ano

TEMPO:
7 aulas

COMPETÊNCIAS:
- Interpretar textos históricos;
- Perceber a Matemática como um conhecimento historicamente acumulado;
- Resolver problemas aplicando o Teorema de Pitágoras.

HABILIDADES A DESENVOLVER:
- Conhecer a história de Pitágoras e da cultura de seu povo;
- Reconhecer a aplicação do teorema de Pitágoras em situações de contexto demonstrando sua aplicação prática em seu dia-a-dia.

Habilidades necessárias para as aulas:
- Reconhecer e analisar um triângulo retângulo;
- Identificar a hipotenusa e os catetos num triângulo retângulo;
- Calcular potências e raízes.

JUSTIFICATIVA
O ensino deste conteúdo tem a finalidade de despertar no aluno a verificação de que a matemática foi sendo construída diariamente e que a arquitetura e a geometria estão intimamente ligadas e precisam ser assimiladas para que possamos interagir com a melhoria de nossa comunidade, através da matemática.

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
1ª. aula: Separar a classe em grupo, de modo que em cada um deles tenha um aluno com mais facilidade na aprendizagem matemática. Solicitar pesquisa sobre Pitágoras: quem foi e como era sua cultura e marcar data de apresentação (15 min. cada grupo). Ainda na mesma aula, levar papel quadriculado para que construam os três triângulos representativos do teorema de Pitágoras (medidas 9 cm, 16 cm e 25 cm) sem explicar ainda sobre o assunto.
2ª. aula e 3ª. aulas:  Apresentação das pesquisas, se possível em data-show e entrega da pesquisa em forma de texto.
4ª. aula e 5ª aula: Uso da apostila volume 4 – Situação Aprendizagem 3 - Atividades 5 e 6, com as devidas mediações.
6ª. aula: Construção de um texto coletivo pelo grupo cujo título seja: As contribuições de Pitágoras na matemática de hoje.
7ª. e 8ª. aulas: Resolução de problemas usando o Teorema de Pitágoras, analisando nos grupos os alunos com maiores dificuldades. Apresentação de vídeo sobre o assunto como fechamento da aula.

RECURSOS  DIDÁTICOS NECESSÁRIOS:

Papel quadriculado
Quadro negro
Listas de exercícios
Softwares: Grafimática ,Geogebra ou woplot.
Vídeos.

AVALIAÇÃO
- Observação do trabalho em sala, seguido de reflexão e discussão.
- Análise do texto coletivo pelos grupos.
RECUPERAÇÃO
- Aos alunos com dificuldades, serão solicitados trabalhos com o professor de apoio de construção de figuras no papel quadriculado e montagem do teorema com revisão de conteúdos sobre potenciação e radiciação.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:  Caderno do Aluno/ 8º Ano – Volume 4 –Situação de Aprendizagem 3 - atividades 5 e 6, com as devidas mediações.                                               
  LIVRO DIDÁTICO: A Conquista da Matemática / 9º Ano – José Ruy Giovanni Jr./ Benedito Castrucci – Páginas: 247 a  254.




Mapeamento de percurso para o estudo do Teorema de Pitágoras


Exemplo de como resolver um problema envolvendo o teorema de Pitágoras
            Um ciclista acrobático vai atravessar de um prédio a outro com uma bicicleta especial, percorrendo a distância sobre um cabo de aço, como demonstra o esquema a seguir:

Qual é a medida mínima do comprimento do cabo de aço?



Pelo Teorema de Pitágoras temos:

x² = 10² + 40²
x² = 100 + 1600
x² = 1700
x = 41,23 (aproximadamente)



sexta-feira, 7 de junho de 2013


Vale a pena conhecer um pouco mais dessa maravilhosa contadora de histórias....



CANÇÕES

A bíblia

Vinicius de Moraes , Toquinho

A Bíblia já dizia
Pra quem sabe entender
Que há tempo de alegria
Que há tempo de sofrer
Que o tempo só não conta
Pra quem não tem paixão
E que depois do encontro
Sempre tem separação
Que o dia que é da caça
Não é do caçador
E que na alternativa
Viva e viva
E viva o amor

A gente vem da guerra
Pra merecer a paz
Depois faz outra guerra
Porque não pode mais
E deixa andar e deixa andar
Até a guerra terminar
Vamos curtir, vamos cantar
Até a guerra se acabar
Tonga Editora Musical LTDA 

Meu depoimento sobre leitura e escrita
PATRÍCIA PEREIRA LUCIANO
Sou Patrícia, 39 anos, filha de Noel Luciano, ex-comerciante e costureiro-ajudante, hoje aposentado, e de Maria Rita, costureira profissional, inteligentíssima, acho que "puxei ela'...rsrsrsrsrs.....também sou mãe,  mãe de um menino lindo, João Pedro, 13 anos. Professora de matemática há 20 anos em escolas públicas, acho que sou privilegiada por ser professora de matemática, primeiro porque todo mundo acha que professor de matemática é inteligente,...rsrrsrr...segundo, porque sou capaz de ficara horas e horas a fio só resolvendo problemas e mais problemas de matemática com o maior prazer e com o maior bom humor, logo trabalho me divertindo já que adoro matemática, nem sei porque tanto....!
Agora sobre minha experiência com a leitura, escrita, estudos, escola....
Meus pais também não estudaram muito, meu pai só fez a 1ª série, no sítio, naquelas salas multisseriadas, minha mãe fez até a 8ª série depois de mocinha, quando foi morar na cidade, foi ela a principal incentivadora em meus estudos, meu pai é quem ia nas reuniões de pais, era muito durão, morria de medo de aprontar na escola por causa disso, talvez isso me tenha tornado tão responsável e comprometida com os estudos. Sempre fui muito esforçada, em casa não tinha livros, só lia o que a professora pedia, mas sempre gostei muito de ser antenada, saber de tudo um pouco, lia muito os livros didáticos que ganhava na escola, adorava história....Agora na maturidade acho que sou mais da geografia humana, adoro ler sobre atualidades e biografias, ler muitos artigos e crônicas, estou sempre bem informada. Quanto à disciplina em que leciono, o que mais gosto mesmo é de resolver problemas de matemática, quando me dão um cálculo cabeludo, fico em tentando até conseguir, é minha leitura preferida, viajo, acho maravilhosa a lógica dos números, amo resolver exercícios de matemática, me sinto privilegiada por isso, pois isso mostra que leio e interpreto muito bem.......que benção ter essa capacidade! Agradeço aos meus professores e aos meus pais por isso!



PATRÍCIA PEREIRA LUCIANO





PATRÍCIA PEREIRA LUCIANO Sou Patrícia Pereira Luciano, professora de matemática, da escola EE"Abilio Raposo Ferraz Jr", e estou muito feliz com a possibilidade de me interagir com amigos e alunos através do blog....

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Para refletirmos...


         LER E ESCREVER ou ESCREVER E LER...



            O exercício mental da elaboração de um pensamento e o seu registro é algo que sempre me fascinou - adorava , desde muito jovem, escrever...e daí o título desse texto, pois ´valorizo mais o escrever do que o ler.
            Todo esse processo começou na infância...e aí foi lendo histórias dos Irmãos Grimm - e meu pai era também um excelente contador de histórias, daquele que reunia a família em volta do fogão à lenha e tirava das crianças muitos suspiros de medo dos seus relatos de assombração - que delícia, como ouvir histórias foi significativo em minha vida... Lembrei-me de um fato ocorrido com Albert Einstein. Dizem que um homem chegou até ele e perguntou:
            - Como podemos "transformar" uma criança num adulto inteligente, professor?
            Ele , sabiamente, respondeu:
            - Conte-lhe histórias.
            Não entendendo as palavras do cientista, o outro ainda questiona:
            - Mas como fazer com que seja um adulto muito, mas muito inteligente?
            Einstein responde:
            - Conte-lhe mais histórias!
            E acredito muito nisso, pois tinha o hábito de ler histórias em casa, nas tardes de chuva ou com minha irmã.
            No curso primário, lembro-me que a professora colocava um desenho enorme - um painel - cada semana era um diferente - e pedia-nos que entrássemos naquela imagem e construíssemos uma história a partir daquela ilustração e eu adorava!
            Meus primeiros livros? Polyana, menina  - acho ser isso mesmo. Também lembro de ter ganho uma caixa de livros como prêmio por ter sido eleita a melhor aluna da sala - amei todos e o que mais causou impacto foi eu ter ganho um dicionário! Foi muito bom...
            Um hábito que tinha no início da adolescência era ter o meu diário - há um que guardo até hoje...Como o Prof. Nilson Machado coloca em seu depoimento: "o pensamento esvainece, mas a escrita permanece". Adorei isso e creio ser esta minha contribuição a este lindo blog que vai fazer permanecer nosso início na leitura e na escrita.

           
                E aqui fica registrado, com empenho, as primeiras experiências da escrita de meu filho Francisco!

             Beijos,
                              Marli

          
Pelo que percebi ao ler  os depoimentos dos meus colegas cursistas,a maioria dos pais a anos atrás, não tiveram acesso a escola. Porém por mais dificil que fosse as condições de sobrevivência,havia mais dialogo e, mais interesse dos pais em tudo que dizia respeito a formação dos filhos,e, consequentemente o despertar do interesse pelo  Saber e Aprender era  maior  que nos dias atuais. Entao, alguma coisa esta faltando nas famílias. Seriam mais horas de convivência que desencadearia em mais diálogo?

Depoimento do Mário

     A minha história desde à infância até os dias de hoje. Eu não tive alguém para me espelhar enquanto criança porque em minha casa ninguém tinha o costume de ler, como eu era o mais o mais velho não tive tanta oportunidade de praticar a leitura, meu primeiro contato com a leitura foi com a cartilha Caminho Suave, embora não seja um livro literário e sim uma cartilha de alfabetização. O que me despertou para o hábito leitura foi a cobrança que sempre tive por parte dos meus pais pois eu tinha que ir bem nos estudos e através disso fui adquirindo o hábito de estudar e ler. Sempre tive facilidade e admiração com as palavras, gosto muito de ler e escrever, costumo dizer que segundo o provérbio persa, "ainda que chegues a viver cem anos, nunca deixes de aprender”, pois o aprendizado é contínuo. Leio porque me auxilia na concentração e no conhecimento de todos os assuntos, principalmente os atuais e recentes, um leitor dinâmico está sempre receptivo à toda leitura a fim de praticar o exercício diário da paciência, reflexão, compreensão e escrita a qual, juntamente com a leitura, transforma o ser humano. Por isso hoje sou professor.


A leitura amplia o universo do conhecimento e, instiga a curiosidade.Atraves dela aprimoramos nossos conceitos sobre os mais variados assuntos.Melhora a capacidade de questionar, opinar,e pesquisar,em busca de novas respostas.Pode mudar uma determinada opiniao, ou, acrescentar algo novo a ela. A  leitura e como uma semente.Despertar e criar tal habito, sao a  agua e o fertilizante  que a faz crescer e  frutificar.
      

Depoimento da Niusa

   Sou caçula de 5 irmãos, com uma diferença bem grande, pois quando nasci minha irmã mais nova já tinha 10 anos, e a mais velha já tinha se formado professora, na antiga "escola normal". Então eu praticamente, não tive dificuldades, na leitura e escrita, o convívio com meus irmãos facilitaram bastante minha aprendizagem!

quarta-feira, 5 de junho de 2013


O hábito que encanta
Como adquirir o prazer da leitura desde cedo?

Tatiana Serra

Mexer com o imaginário, embalar o sono, ampliar o conhecimento, aguçar a curiosidade, incentivar a escrita e o senso crítico... São infinitas as possibilidades que a leitura proporciona, e tudo pode começar como uma brincadeira. Por que não?
Foi assim que o gosto pela literatura se deu na vida de Lygia Bojunga, uma das mais importantes escritoras brasileiras de livros infantis: "Foi assim: eu brincava de construtora, livro era tijolo; em pé, fazia parede, deitado, fazia degrau de escada; inclinado, encostava em um outro e fazia telhado. E quando a casinha ficava pronta eu me espremia lá dentro pra brincar de morar em livro", (como ela contou ao site Educar para Crescer).
Desde muito cedo, seja na barriga ou no colo da mãe, o bebê pode ouvir as histórias contadas pelos pais e são justamente esses momentos os primeiros responsáveis pelo interesse do indivíduo pela leitura.
Quando bem pequena, a criança se encanta pelos contos de fadas e é capaz de absorver o que lhe for oferecido. “Aos 3 anos, ela vive intensamente a magia e a fascinação das fadas. Nessa fase, conhecida como simbólica, de acordo com Jean Piaget (estudioso do desenvolvimento infantil), a criança imagina-se bruxa, fada, super-herói e acredita que luta contra dragões e lobos ferozes. Com 5, 6 anos, vem o aprendizado da leitura e da escrita; aí, então, abrem-se as portas da descoberta, e aquele que era apenas o ouvinte passa a ser também o locutor. A criança se vê diante do livro que ela mesma pode ler e detém o poder da escrita, podendo criar suas próprias histórias”, afirma a pedagoga e psicopedagoga Claudia Canavarro, que coordena o Centro Educacional Espaço Encantado, no Rio de Janeiro.
Ela lembra que, em casa ou na escola, vinda de uma família letrada ou não, a criança tem contato com os livros e cabe à escola mobilizar esse interesse e hábito, apresentando a ela os diversos gêneros literários (poesias, contos, narrativas...) e as funções da leitura e escrita (bilhete, carta, jornal, receita...). “Ao ouvir o conto, a fábula, a poesia, ela vai adquirindo seu próprio jeito de escrever. É comum ouvirmos dizer ‘quem lê mais escreve mais’; portanto, é a leitura que favorece a escrita e não o contrário”, diz Cláudia.
Mas como garantir o hábito e o prazer da leitura? Para nossa entrevistada, a resposta correta é ler, ler e ler sempre. Para isso, valem algumas dicas: “a criança pode levar um livro para ler com os pais no fim de semana e, na segunda-feira, comentar com os colegas; nas idas à biblioteca da escola, ela ouve a professora contar uma história; em casa, deve haver um momento para a leitura em família; a criança pode criar textos para ler com os amigos; criar peças de teatro a partir da leitura... Não perdendo o contato com a leitura, pois ler é descobrir o mundo maravilhoso das palavras e dar asas à imaginação; é uma tarefa de professores, pais, avós, tios, primos, irmãos... A leitura é de todos para todos”.

Leitura e escrita sob um viés interdisciplinar


“Em nossa cultura, quanto mais abrangente a concepção de mundo e de vida, mais intensamente se lê, numa espiral quase sem fim, que pode e deve começar na escola, mas não pode (nem costuma) encerrar-se nela." Marisa Lajolo.
Ler é um conjunto de habilidades e comportamentos, é decodificar silabas ou palavras evoluindo até a leitura de um texto, dentro de um contexto. Escrever são habilidades e comportamentos, que vão desde escrever o próprio nome até a evolução da escrita de uma monografia. Alfabetizar pressupõe conhecimento reflexivo da escrita, para além da fala; exige, como já aponta etimologicamente a palavra alfabetizar, o agrupamento de alfa e beta, as duas primeiras letras gregas para o domínio do sistema da escrita. O sucesso da alfabetização depende do dinamismo do contexto social, que é referenciado pelo trabalho, ciência, participação popular e cultura.
O indivíduo alfabetizado é o sujeito que sabe ler e escrever. O indivíduo letrado, não só sabe ler e escrever, mas usa socialmente a leitura e a escrita, questionando as demandas sociais de leitura e de escrita. “A condição de sujeito letrado se constrói nas experiências culturais com práticas de leitura e escrita que os indivíduos têm oportunidade de viver, mesmo antes de começar sua educação formal” (Morais e Albuquerque, 2004).
A escrita tem uma função social, que traz consigo a idéia de representação. Alfabetizar é trabalhar a leitura e a escrita em suas diferentes funções. Quando trabalhamos a leitura e a escrita de maneira interdisciplinar, temos a oportunidade de introduzir o aluno no mundo da produção da leitura e escrita em situação real de uso, há a veiculação de idéias completas e a compreensão e o uso da mesma como ato interativo. Então, nessa seqüência de ações, o aluno tem oportunidade de participar, de pertencer, de estar junto, de somar e de agir. Portanto, alfabetizar letrando é orientar o ato de ler e de escrever no contexto das práticas sociais.
Não é suficiente ensinar o sistema de leitura e escrita ou a escrita correta das palavras, mas, é preciso orientar os alunos a ler e a produzir textos, o que estabelece também uma intervenção pedagógica ordenada. O ingresso no mundo da leitura e escrita é viável através da assimilação do sistema alfabético (alfabetização) e do desenvolvimento das capacidades de ler e produzir diversos gêneros textuais (letramento). Os gêneros textuais são instrumentos culturais e, portanto, se organizam e se transformam nas práticas de linguagem.
As situações que favorecem a aprendizagem da leitura resumem-se na compreensão da linguagem escrita através do uso, da experiência em situações específicas, em contextos reais de aprendizagem e utilização simultâneas, lendo e escrevendo textos coerentes, significativos e interessantes, em verdadeira linguagem interdisciplinar e contextualizada, como textos de jornais e revistas; contos de fadas; histórias do mundo; lendas, enfim todo o imaginário infantil. Quando essa aprendizagem acontece, o aluno é capaz de produzir e criar novas idéias alicerçadas na fala e na escrita, que lhe são peculiares.
A leitura significativa, feita de maneira interdisciplinar, favorece a memória; o conhecimento sobre a própria leitura do mundo; o conhecimento a respeito de como se escreve; a experiência das emoções. O aluno, através do trabalho interdisciplinar, vivencia experiências para a vida pela interação da linguagem falada e escrita, que não pode ficar restrita apenas a alfabetização, pois é necessário conhecer aspectos distintos existentes entre diferentes linguagens, sem o qual não se dá o efetivo exercício da cidadania.
Finalizando, a leitura e a escrita, é a ferramenta básica de inserção no mundo, é o elemento articulador de diferentes linguagens, é o instrumento para interação com diferentes áreas do saber, e é o meio de demonstração do sentir e do pensar. Trabalhar a leitura e a escrita de maneira interdisciplinar exercita a socialização, pois a livre expressão é responsável por grandes mudanças sociais.

“(...) As palavras não nascem amarradas, elas saltam, se beijam, se dissolvem, no céu livre por vezes um desenho, são puras, largas, autênticas, indevassáveis”. Carlos Drummond de Andrade
Amélia Hamze
Profª FEB/CETEC
ISEB/FISO-Barreto

http://educador.brasilescola.com/trabalho-docente/leitura-escrita-sob-um-vies-interdisciplinar.htm

Postado por Niusa Chiacchio

domingo, 2 de junho de 2013






O leitor não nasce pronto, faz-se com as experiências de leitura'. Na afirmação do linguista argentino Fernando Avenda'o, a relação que se estabelece com signos e significados deve ter pretensões maiores que a mera decodificação; deve agregar intenções, como a de ampliar a capacidade de resolver problemas, desenvolver a criatividade, trabalhar em conjunto, compreender e inserir sobre o que se lê. 'Na leitura, a interação leitor/escritor não se resume a passar uma vista no texto; pressupõe reconstruir e apropriar-se dele', sintetiza. Nessa relação mais profunda que defende na leitura, o especialista destaca não apenas a importância de ler, mas também de estímulo e promoção de boas práticas na área. Segundo o estudioso em didática da literatura e da escrita, da Universidade de Rosário, é preciso superar propostas educacionais formais e criar tempos e espaços que facilitem e provoquem o ato de ler. Sobretudo, enfatiza a compreensão e o prazer que a leitura deve envolver.