O leitor não nasce pronto, faz-se com as experiências de
leitura'. Na afirmação do linguista argentino Fernando Avenda'o, a relação que
se estabelece com signos e significados deve ter pretensões maiores que a mera
decodificação; deve agregar intenções, como a de ampliar a capacidade de
resolver problemas, desenvolver a criatividade, trabalhar em conjunto, compreender
e inserir sobre o que se lê. 'Na leitura, a interação leitor/escritor não se
resume a passar uma vista no texto; pressupõe reconstruir e apropriar-se dele',
sintetiza. Nessa relação mais profunda que defende na leitura, o especialista
destaca não apenas a importância de ler, mas também de estímulo e promoção
de boas práticas na área. Segundo o estudioso em didática da literatura e da
escrita, da Universidade de Rosário, é preciso superar propostas
educacionais formais e criar tempos e espaços que facilitem e provoquem o ato
de ler. Sobretudo, enfatiza a compreensão e o prazer que a leitura deve
envolver.

A leitura e escrita é uma experiência cultural que sempre está renovando a aprendizagem e enriquecendo o vacavulário do leitor, é uma herança que nunca perde, sempre á ganhar.
ResponderExcluir"Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende".
( Leonardo de Vinci)
Nossa gostei muito do blog, pois gostaria que você colocasse esse texto. Que postei no meu blog.http://leituraescritaniusa.blogspot.com.br/
ResponderExcluirEsta postado, abraços!
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ResponderExcluirDê uma olhada neste endereço abaixo, um texto sobre Rubem Alves, muito bom....
http://www.cidadaniabrasil.org/wp/2007/06/10/um-ritual-antropofagico-rubem-alves/
Pessoal, aproveito para socializar com vocês um vídeo que achei interessante sobre contar histórias, que também é tema recorrente nesse nosso curso atual, aí vai: http://youtu.be/MDspTin_7Ow
ResponderExcluir"A maior parte do tempo de um escritor é passado na leitura, para depois escrever; uma pessoa revira metade de uma biblioteca para fazer um só livro."
ResponderExcluirSamuel Johnson
Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história.
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